Princesinha

Cáceres
cidade do sol
que nasce no cerrado
engatinha sobre os telhados
surrando a taipa e o adobe
e deita-se, poente,
com tuiuiús e ariranhas
dormindo a eterna madrugada
no berço das águas castanhas
o vívido rio Paraguai.

Por Iael Aguirre




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